Rio de Janeiro, 01 de setembro de 2026.
Pastoral de Setembro de 2026 – Pr. Roberto Meireles
AINDA HÁ ESPERANÇA!
A Bíblia não
é um livro de figuras perfeitas, mas um registro honesto da fragilidade humana.
Ela não ignora a dor, a exaustão ou o desespero. Muito pelo contrário, valida
cada uma dessas emoções ao mostrar homens e mulheres reais que chegaram ao seu
limite físico e emocional.
·
Elias e
o esgotamento: Após grandes vitórias, o profeta sentiu um cansaço tão
profundo que se sentou debaixo de uma árvore e pediu para morrer. A resposta
divina para o seu esgotamento não foi uma cobrança, mas descanso, comida e
cuidado suave.
·
Ana e a
dor da alma: Vivendo a tristeza de um sonho não realizado e a provocação
constante, ela chorou amargamente em oração. Sua dor não foi reprovada; foi
acolhida.
·
Davi e a
angústia da mente: Nos Salmos, o rei de Israel expressou abertamente
sentimentos de abandono, medo, ansiedade e solidão profunda, provando que a fé
não anula o sofrimento emocional.
·
Jesus e
o peso do luto e da agonia: Jesus chorou pela morte de um amigo e, no
Getsêmani, expressou uma angústia tão intensa que pediu que, se possível,
aquele cálice fosse afastado dele.
No contexto do setembro
amarelo, a mensagem dessas histórias é clara: sentir dor não é falta de fé. Ter momentos de escuridão não
significa que a sua história acabou. A Bíblia revela um Deus que não se afasta
quando estamos quebrados, mas se aproxima dos de coração quebrantado e salva os
de espírito oprimido.
Se o peso parecer grande demais para carregar sozinho,
lembre-se de procurar ajuda. Seja na oração, na escuta de um amigo ou no apoio
profissional de psicólogos e médicos. Isso é um ato de coragem e preservação da
vida. Sua vida tem valor, e há sempre um caminho de recomeço.
De seu amigo
e pastor, Roberto Meireles.
Amém que palavra abençoada
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